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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

PRESÍDIO NILTON GONÇALVES: EXEMPLO DE DEGRADAÇÃO

Em Vitória da Conquista, Bahia, há um estabelecimento prisional denominado Nilton Gonçalves, localizado no loteamento Parque Conveima I, quadra 13 (malha urbana).

presidioFOTO: Blitz Conquista

1. Visão geral.

Se alguém tiver interesse em conhecer como a dignidade humana é violentada e a lei pisoteada pelo poder do Estado deve voltar sua atenção para o Presídio Nilton Gonçalves.

As celas do presídio são diminutas. Cada uma deveria abrigar um homem ou uma mulher, embora projetada para dois, mas abriga 4 ou 5 ou mais pessoas (em seu módulo 02, 108 (cento e oito) homens estão distribuídos em 18 celas). Atualmente encontram-se no Presídio 296 pessoas (dado de 20 de agosto de 2013).

O Presídio, além de salas para o serviço da administração e de guarda, compõe-se de 3 módulos de celas, pátios, guaritas, cozinha e refeitório.

2. Módulo 01.

Avulta no módulo 01 a total desumanização, a partir da própria concepção arquitetônica: um corredor escuro, úmido (“não entra sol”), ladeado por celas diminutas.

São 30 celas, uma das quais destinada a visitas íntimas. Como só há duas superfícies elevadas para serventia de leito, presos deitam-se no piso da minúscula cela. O telhado do módulo há muito encontra-se quebrado e há infiltração de água pela laje. A aglomeração em espaço escuro, insalubre, diminuto e úmido transmite a quem vem de fora mal estar difícil de descrever, entre asco, náusea e revolta.

Qualquer administrador que encare seriamente seu cargo ou mandato, se competente para tal, mandaria interditar o módulo 1 do presídio imediatamente.

3. Módulo 02 e 03.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Dá para, como se diz no popular, "confiar de olhos fechados" nesta proposta de construção de trem-bala ao custo de R$ 36 bilhões?

O comentário de Nadjara Régis*

nadjara-blog-do-fabio-sena2

Dá para, como se diz no popular, "confiar de olhos fechados" nesta proposta de construção de trem-bala ao custo de R$ 36 bilhões?

Dá para confiar se o metrô de Salvador - de circuito tão pequeno e defasado para as necessidades da capital e com valor tão inferior àquele - é uma obra inacabada e sem governo que a resolva?

Dá para confiar se nem há como falar em SISTEMA de metrô na capital do país, centro do poder político, de tão precário que é? Como não questionar o investimento de R$ 36 bilhões em um trem-bala se a enormidade das capitais sequer consegue planejar investimentos para um metrô ou outro sistema viário de alta velocidade?

Se as cidades pólo ou subpolo de desenvolvimento, como é o caso de Vitória da Conquista, com tendencia a crescerem em população, têm uma séria dificuldade de custear estudos (estes que são de tão elevada complexidade técnica) para preventivamente planejarem a modernização tecnológica de seus sistemas viários - quiça investirem em construção - e assim evitarem maiores problemas no futuro não tão distante? Então, acho bem legítimo o questionamento sobre a decisão de investir em um trem-bala no eixo rio-são paulo.

Acho que o governo Dilma tem que dar a mais ampla transparência popular das razões de decidir concentrar tamanhos investimentos em uma única obra no eixo Rio-São Paulo. Demonstrar, especialmente, que retorno social e econômico tem uma obra deste vulto para o desenvolvimento da nação: atitude que não foi esclarecida até agora para a decisão de investir na Copa do Mundo. Lembremos que a tal Transposição do São Francisco está aí, na madorna, estrangulada.

*Nadjara Régis é advogada

FONTE: Nadjara Régis via Facebook

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Estacionamento público: Uma necessidade urgente

por Elve Cardoso

Elve-cardosoElve Cardoso

A História nos mostra que, no passado, a expansão das cidades se dava a partir da localização das igrejas católicas. Desta forma, as ruas e avenidas não obedeciam a nenhum padrão de engenharia ou arquitetura. Nossa cidade não fugiu a essa regra. A metrópole começou a crescer ao redor da catedral, localizada na atual Praça Tancredo Neves. Dali, surgiram a Rua Grande, o Beco Sujo, a Rua do Juazeiro, Rua do Espinheiro, Rua das Flores, Rua das Sete Casas, Rua da Boiada, Rua do Tanque. A rua era denominada de acordo a alguma atividade preponderante no logradouro. Assim, a hoje Praça Vitor Brito era, antes, chamada de Praça do Jenipapo, já que ali havia muito jenipapo plantado. O atual CEASA, por seu turno, era a Baixa da Égua, pois ali havia uma manga onde os animais se alimentavam. No passado a nomenclatura das ruas não era usada para homenagear pessoas ilustres, mas tão somente para indicar o que seria ali encontrado, facilitando a situação dos conquistenses da época. Como o uso de automóveis e ônibus como meios de transporte era, à época, impensável, a abertura desses logradouros não estava comprometida com o futuro. Aptas à circulação de pessoas e carroças, não havia grande preocupação, por exemplo, com a largura das vias.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

TO FALANDO, AÍ TEM COISA!!! "CORTA PRA MIM AQUI"

por Rafael Neres Dias

Rafael DiasRafael Neres

Um menino que não tinha problemas comportamentais e elogiado pelos professores. Um garoto de 12 anos sem nenhum traço de bipolaridade, esquizofrenia, psicopatia e/ou psicose. Não sabia lidar com armas. Era um garoto alegre e sociável.

Cinco pessoas foram mortas. Isso é, um garoto sozinho, subjugou 5 pessoas. Enquanto ele atirou em um, os outros ficaram esperando.

Lembrando que, quando uma pessoa da um tiro na própria cabeça ou no próprio ouvido, a tendência clara é o corpo cair para o lado oposto, em torno de 35 cm a 50 cm da arma. Afinal o impulso do impacto do tiro faz a pessoa ir para o lado oposto do tiro.

Se, por um exemplo, os pais foram mortos primeiros, porque a tia e a tia-avó continuaram deitadas? Se a tia e a tia-avó foram mortas primeiro, porque os pais não fizeram nada?

Tiros de precisão na cabeça. Um menino de 12 anos, que esta matando os familiares, não dará, tiro de precisão na cabeça. Geralmente, filhos e/ou pais que matam seus entes, atiram no coração e, quando o tiro é na cabeça, é impreciso. Tem a "marca" do recuo da própria pessoa. Há hesitação na hora do tiro.

É mais fácil culpar quem não pode se defender (afinal ele já morreu) do que apontar o real culpado, BLINDADO PELA MÍDIA.

Um menino de 12 anos monta toda uma cena, mata 5 pessoas com tiros na cabeça, é destro - fato constatado pela família - (e o tiro foi da esquerda para direita) dirige um carro e estaciona na porta da escola, volta e se mata?

O fato da porta não estar arrombada e sim aberta é facilmente explicado. Há duas hipóteses: A primeira é que a própria família abriu a porta por conhecer seu algoz. A segunda é: Na hora que alguém estava chegando, o algoz rendeu a pessoa e entrou junto."

FONTE: FACEBOOK - RAFAEL NERES DIAS

domingo, 4 de agosto de 2013

OS VEREADORES DO PSB DE CONQUISTA E A HIPOCRISIA

na opinião de Paulo Nunes

Paulo-Nunes-10Paulo Nunes é jornalista e advogado

Acordos político-partidários sempre aconteceram e se tornaram a dinâmica da organização partidária no Brasil. Dificilmente se exerce política de partido sem acordos prévios. Entre seus membros, depois de discutidas todas e quaisquer resoluções, votada e aprovada em assembleia, seus signatários são obrigados a acatar, ainda que haja discordância da minoria vencida na assembleia. Os que discordarem não podem conspirar contra o partido, mas pode deixar o partido. É a aplicação da tese popular “um por todos e todos por um”, porém, com desinteligência que domina os membros componentes das mais diversas agremiações políticas, sempre nos deparamos com conflitos que envolvem a “ÉTICA”, e é esse particular que vamos analisar agora.

Uma grande confusão tomou conta do PSB (Partido Socialista Brasileiro) em Vitória da Conquista, motivada por uma resolução partidária do ano de 2011, onde todos os membros do partido candidatos a vereador assinaram e se comprometeram a honrar. Consistia no fato de qualquer dos membros que fosse eleito vereador, para manter a base coesa e com vistas às eleições futuras, deveria contratar como assessor no respectivo gabinete o suplente ou quem viesse na sequência. Com a posse em janeiro, os dois suplentes do PSB foram nomeados, Néu do Gás, no gabinete do vereador Gilzete Moreira e Eunápio Novaes (Napinho), no gabinete do vereador Adinilson Pereira. A medida, como dito antes, visava premiar o esforço dos candidatos, fortalecer o partido para eleições futuras, uma vez que, em Vitória da Conquista, a cada eleição alguns candidatos mudam de partido, tanto na disputa majoritária quanto na disputa proporcional, numa demonstração clara de falta de ideologia. Vale somente o aspecto pessoal; o partidário serve apenas como escada para suas aventuras.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O vereador, o médico, o povo sábio e o povo tolo

Na opinião do jornalista e advogado, Paulo Nunes

Paulo Nunes

Li um artigo escrito pelo médico Davi Côrtes, (‏artigo) do qual jamais ouvi falar antes. Entretanto, tal fato não tira sua importância como pessoa no meio social em que vive. No artigo, ele argumenta que travara um embate virtual com um vereador da cidade e na sua opinião diz que o vereador “é um oportunista e que tenta pongar na onda de vilanizar os médicos, descarregando seu veneno e leviandade desinformada ou mal intencionada sobre as manifestações dos médicos, nos culpando pelo caos que é a assistência à saúde pública nesta cidade, na Bahia e no Brasil, desviando a atenção dos verdadeiros culpados”.

Adiante o médico discorre sua via crucis no trabalho do Hospital Esaú Matos. Segundo ele, não há infraestrutura no hospital, seu trabalho era mal remunerado, além de ser perseguido por seu diretor. Alega que tal perseguição ocorreu por causa de suas convicções políticas. Coloca ainda o fato de que médicos compravam agulhas e tecidos cirúrgicos para ajudar os pacientes do hospital. Entendemos que fatos como estes teriam que ser levados a público, no ato do acontecimento, para que a sociedade pudesse cobrar das autoridades públicas a solução para o caso, fazer algo como caridade e usar isso em proveito próprio. Não nos parece salutar. Adiante o médico diz ainda que o hospital foi privatizado. Isso não é verdade, mas podemos entender sua percepção em relação ao público e ao privado, porém diz o médico que não hesitaria em voltar a trabalhar no Esaú Matos e diz que complementaria sua renda trabalhando em clínicas particulares como sempre fez, e faz, com isso, uma denúncia grave, de que os médicos trabalham mais de 60 horas por semana. Fica, a nosso ver, patenteado que precisamos de “MAIS MÉDICOS”, para que nenhum médico precise trabalhar tanto. Afinal, o médico não é uma máquina, merece ter uma carga trabalhista compatível com sua saúde, sua força, e a carga excessiva de trabalho não é boa para o médico, pior ainda para o paciente que corre o risco de receber um diagnóstico errado em função de uma avaliação de um médico cansado. Então, é contraproducente tal atitude, se verdadeira for.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Filhos, como tê-los

por Alberto David

Alberto David

Ainda jovem me preocupava, um dia, em ser pai. E isso mexia com minha cabeça , recordo-me que quando um amigo me dizia: “ É, David, um dia você vai casar e ser pai” . E respondi com veemência: “ Eu ? Não. Quero não “ . Outros dizem que falava em ser pai , não me recordo, mas sei que isso mexia muito com minha cabeça. É difícil, pois é muita responsabilidade ser pai , e gostava de falar isso , ou seja, dar minha opinião sobre o assunto, talvez antes de Elsimar Coutinho, sobre o planejamento familiar. Eu via crescer a população desordenadamente, ainda mais em se tratando de países em sub- desenvolvimento, ou emergente, como se diz atualmente, em que a falta de estrutura e o descaso dos nossos políticos para a questão: saúde precária , educação , segurança e, o resto, todo mundo sabe.

E mais. Sempre me achei despreparado para tal dom , mas bastante esforçado e obstinado em criar os meus filhos. Há outros que têm mais preparo, paciência, mas são irresponsáveis. Como afirma o ditado, “ Quem ama cuida “ . Não é necessário dom, é preciso o amor e o dever para com Deus. Meu Deus! Como me esforcei para pôr tudo em ordem , se é que temos este poder para se criar filhos , ainda mais em tempos atuais. Não existem manuais e métodos para isso, mas procurei incentivá-los ao trabalho , aos estudos, enfim, a serem gente na vida , vitoriosos. Posso ter exagerado na dose, mas impus limites, sem perder a liberdade, sem passar dos limites. Fui duro sim, e não me arrependo disso.

Houve tempo de entristecer-me.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

SOBRE MÉDICOS: “Não podemos ver os interesses de uma categoria, mas da população”, diz Ademir

ademir abreuAdemir Abreu: “médicos devem atuar como parceiros do governo”, diz

“Acho que a classe médica, os médicos que se formam, devem agir acima dos interesses pessoais, dos interesses corporativos, de cada vez ganhar mais recursos, e pensar nos interesses sociais”. A declaração é do vereador petistas, ex-secretário de Saúde e militante histórico dos movimentos em defesa do Sistema Único de Saúde/SUS, o médico Ademir Abreu, segundo quem, “a categoria médica não deve tratar o governo como inimigo, mas como parceiro”.

“Sou médico, acho fundamental o trabalho do médico para a população, mas acho que esta questão do médico, criando essa dificuldade dentro do governo Dilma, não é uma luta boa nem para a categoria nem para a população. Eu acho que a gente tem que fazer nossas reivindicações, a luta pela assistência à saúde é importante, mas não podemos ver os interesses de uma categoria, mas da população”.

sábado, 27 de julho de 2013

Bloco inaugura independência na Câmara de Vereadores

por Herzem Gusmão

“Se ficarmos neutros numa situação de injustiça teremos escolhido o lado do opressor” – Desmond Tutu

herzem-radioTenho sido crítico da postura da maioria absoluta na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, que em lugar de representar o povo, os vereadores da base aliada, assumem defesa cega acatando tudo que o mandatário do município determina. Exemplo: doação da Praça Sá Barreto ao BNB e aprovação da privatização criminosa do Hospital Esaú Matos.

Vereadores ‘lagartixas’, como dizia o ex-deputado federal Elquisson Soares, que balançam a cabeça concordando com tudo que o chefe manda, precisam ter a consciência que foram eleitos para defender a população na fiscalização das ações do poder executivo. O Prefeito que tem uma Câmara de Vereadores vigilante, em defesa das ações e aplicações corretas dos recursos públicos, erra menos.

O comentário pouco inteligente do líder do Prefeito, vereador Florisvaldo Bitencourt (PT), que defendeu prisão para médicos que aderiram as manifestações em todo Brasil, mereceu do bloco independente da casa, integrado por Nelson de Vivi (PCdoB), Libarino (PCdoB), Andresson (PCdoB), Pastor Sidney (PRB) e Hermínio Oliveira (PDT), crítica ao colega inaugurando uma nova postura na Câmara de Vereadores.

Estamos vivendo um momento ímpar em nosso Brasil. As manifestações estão mudando rumos e exigindo práticas políticas descentes e honradas. Espero que essa posição dos 5 vereadores não seja transformada em fato  isolado e que continuem independentes. O Prefeito sabe que precisa continuar contando com os vereadores que seguem orientação do deputado estadual Jean Fabrício (PCdoB).

OPINIÃO: A fragilidade política do discurso da classe médica ou: declare guerra a quem finge te amar

por Nadjara Régis*

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Declare guerra a quem finge te amar: da composição de Guto Goffi, Ezequiel Neves e Frejat que bem pode ser o fundo musical da mais insidiosa declaração de Florisvaldo Bittencourt, vereador na Câmara Municipal de Vitória da Conquista.  Além de Frejat, Florisvaldo ainda me brinda com uma oportunidade de lembrar Multidão. É que, como se premeditando inquietar as pessoas acostumadas com a vida sem metáforas, Florisvaldo protagoniza o que Michael Hardt e Antonio Negri chamam de “discurso metafórico da guerra”: ele postou em seu facebook a seguinte declaração: “todos que estão participando desta paralisação deveriam ser presos por tentativa de assassinato”. Referia-se aos médicos que escolheram a paralisação das atividades como forma de demonstrar a discordância da categoria com o Programa Mais Médico e, no seu bojo, a realidade do SUS.

Ao tratarem de como a política passa a ser um mero instrumento da guerra na transição do século XX para o XXI, Negri e Hardt elucidam que a retórica de guerra há muito é usada para se referir a atividades muito diferentes de guerra propriamente dita. Citam esporte, política e comércio como os ambientes que mais empregam o discurso metafórico de guerra, espaços nos quais em vez de inimigos há competidores. E, finalmente – e é esta a parte que melhor explica aquela lancinante declaração pública –, eles destacam que o discurso metafórico de guerra pode ser invocado como estratégia para conseguir a mobilização de forças sociais em torno de um objetivo de união que é típico de um esforço de guerra.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Produtor Cultural Gilmar Dantas explica publicação em seu Face

Gilmar Dantas

Caro amigo Esaú Silveira Mendes, vamos aos esclarecimentos:

1 - Postei a frase citada entre aspas. Ela não é minha.

2 - A frase refere-se à tática de relacionar tudo quanto é notícia ao PT, numa vil tentativa de demonização do partido e enfraquecimento de alguns movimentos. Postei porque concordo. Assim, em nenhum momento a frase detona o PT. É justamente o contrário!!!

3 - Esta postagem é um exemplo de que este negócio de todo mundo ter blog e falar o que quer pode ser muito nocivo. Poderia ter muito bem me consultado sobre o significado antes de intitular a matéria de "Produtor Cultual (sic) de Vitória da Conquista Detona o PT em seu Face". Um mínimo de PESQUISA evitaria este mal-entendido.

4 - Por quanto tempo eu vou ter que pagar pelo fato de ter pleiteado uma vaga na secretaria de cultura? Se o fiz uma vez, foi por conta de achar que poderia colaborar com a secretaria. Não fui contratado e ponto final. Não tem porquê todas as minhas atitudes serem relacionadas a este fato: se eu critico o PT dizem que é porque estou magoado; se elogio, dizem que estou puxando o saco. Minha relação com a prefeitura é de parceria. E esta parceria não tem nenhuma amarra: aponto os defeitos que eu percebo e elogio os acertos também.

FONTE: Gilmar Dantas via Facebook

COERÊNCIA: Deputado Fabrício em defesa dos médicos

Fabrício Falcão.

O deputado Jean Fabrício Falcão (PCdoB) considerou “infeliz”, o tom usado pelo vereador Florisvaldo Bittencourt (PT) em relação às paralisações dos médicos em Vitória da Conquista. Para Fabrício, “numa democracia, qualquer categoria de trabalhadores tem direito à manifestação, inclusive os médicos”. No entender do deputado, ‘o vereador Florisvaldo Bittencourt extrapolou na crítica, buscando criminalizar o movimento, atitude que não aceitamos, nem concordamos’. Fabrício disse ainda que é fundamental que a sociedade, inclusive os médicos, abrace a pauta da saúde e mobilize o Governo. E embora defenda a MP que instituiu o “Programa Mais Médicos”, concorda com as mudanças apresentadas pela bancada comunista, em especial relativo ao ciclo para formação do médico, deve ser convertido em residência médica, objetivando formar generalistas, “mas que não deve ser obrigatório nem tão extenso, que poderá levar um neurocirurgião a passar 13 anos para se graduar”, argumentou. “É preciso garantir a obrigatoriedade de vínculo CLT aos médicos brasileiros que desejarem integrar o programa de interiorização. A proposta de fornecimento de bolsa de R$ 10 mil, sem garantias trabalhistas exigidas pela legislação, não é o mais correto”, defende. Quanto aos médicos estrangeiros, o deputado Fabrício disse “que só se deve abrir para chamamentos de médicos estrangeiros em último caso, como uma medida transitória, e com cuidado, para que os médicos possam chegar ao Brasil com a garantia da sua qualificação, atestada através de avaliação, que comprove sua capacidade técnica e o conhecimento da língua portuguesa”. O deputado Fabrício afirmou que o movimento dos médicos brasileiros é legítimo, para aperfeiçoar o projeto do governo, inclusive para “buscar a forma de garantir o financiamento pleno da Saúde, combatendo a má gestão e melhorando integração das redes nos governos”.

FONTE: Blog do Anderson

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os hospitais, os médicos e o povo

na opinião de IVAN CORDEIRO

IVAN CORDEIRO

No Brasil, já se sabe há muito tempo que a saúde está na UTI. A maior parte da estrutura dos hospitais públicos, dos postos de saúde, é bastante precária e o atendimento ao público deixa muito, mas, muito a desejar. Querer resolver o problema da falta de médicos é uma atitude honrosa. Todavia, jogar para os médicos o caos que está a saúde pública no Brasil é oportunismo de governo incompetente.

O governo petista tem uma marca de incompetência nunca antes vista na história deste país. Consegue a manutenção do poder ludibriando a grande massa de pessoas que não consegue discernir a mão direita da esquerda. O assistencialismo barato, que sai muito caro ao país, permite milhões de brasileiros viverem dependentes de um sistema de compra de votos que ficará eternizado na história.

No Brasil não apenas a saúde está um caos, como o próprio país é o caos encarnado.

O povo brasileiro parece ter acordado de um longo sonho de ilusões nos últimos 10 anos e tomou às ruas no último mês para protestar e reivindicar condições melhores de vida. Estamos cansados de políticos oportunistas, que não levam a sério o compromisso com a vida e com a própria nação.

É preciso uma revolução neste país. É preciso revolucionar o modo como se governa a nação. É preciso transformar o caos em que estamos inseridos na realidade de uma vida digna. Chega de assistencialismo, chega de injustiça, chega de governos incompetentes que se perpetuam no poder.