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Ativistas e parentes observam corpos de vítimas de ataque químico em Ghouta, nos arredores de Damasco
O Conselho de Segurança da ONU convocou nesta quarta-feira uma reunião de emergência às 15h em Nova York (16h em Brasília) para discutir a denúncia da oposição síria sobre um ataque químico realizado por forças do regime de Bashar al-Assad durante a madrugada na periferia de Damasco.
A denúncia acontece três dias após a chegada da missão das Nações Unidas destinada a investigar o uso de armamento químico no país. Os agentes investigam três acusações, feitas pelo regime sírio e a oposição, sobre a aplicação das armas no conflito de mais de dois anos.
As mortes foram denunciadas mais cedo pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos, sediado em Londres, e outros grupos ativistas. Os opositores estimam de cem a 1.300 pessoas mortas na ação, que foi negada pelo regime sírio.
A reunião foi convocada a pedido de Estados Unidos, Reino Unido, França, países com poder de veto aliados dos rebeldes, além de Luxemburgo e Coreia do Sul. O porta-voz da ONU, Eduardo del Buey, disse que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ficou chocado com a acusação.

