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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Dá para, como se diz no popular, "confiar de olhos fechados" nesta proposta de construção de trem-bala ao custo de R$ 36 bilhões?

O comentário de Nadjara Régis*

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Dá para, como se diz no popular, "confiar de olhos fechados" nesta proposta de construção de trem-bala ao custo de R$ 36 bilhões?

Dá para confiar se o metrô de Salvador - de circuito tão pequeno e defasado para as necessidades da capital e com valor tão inferior àquele - é uma obra inacabada e sem governo que a resolva?

Dá para confiar se nem há como falar em SISTEMA de metrô na capital do país, centro do poder político, de tão precário que é? Como não questionar o investimento de R$ 36 bilhões em um trem-bala se a enormidade das capitais sequer consegue planejar investimentos para um metrô ou outro sistema viário de alta velocidade?

Se as cidades pólo ou subpolo de desenvolvimento, como é o caso de Vitória da Conquista, com tendencia a crescerem em população, têm uma séria dificuldade de custear estudos (estes que são de tão elevada complexidade técnica) para preventivamente planejarem a modernização tecnológica de seus sistemas viários - quiça investirem em construção - e assim evitarem maiores problemas no futuro não tão distante? Então, acho bem legítimo o questionamento sobre a decisão de investir em um trem-bala no eixo rio-são paulo.

Acho que o governo Dilma tem que dar a mais ampla transparência popular das razões de decidir concentrar tamanhos investimentos em uma única obra no eixo Rio-São Paulo. Demonstrar, especialmente, que retorno social e econômico tem uma obra deste vulto para o desenvolvimento da nação: atitude que não foi esclarecida até agora para a decisão de investir na Copa do Mundo. Lembremos que a tal Transposição do São Francisco está aí, na madorna, estrangulada.

*Nadjara Régis é advogada

FONTE: Nadjara Régis via Facebook

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Alagoinhas será beneficiada por trecho ferroviário, garante César Borges

IMAGEM_NOTICIA_5Foto: Edsom Leite/ Ministério dos Transporte / Bahia Notícias

O ministro dos Transportes, César Borges, recebeu nesta terça-feira (30) uma comitiva de parlamentares baianos para discutir a inclusão de Alagoinhas, no nordeste baiano, no traçado ferroviário previsto para o Lote nº 8 das obras previstas no Programa de Investimentos em Logística (PIL), que ligará os municípios de Feira de Santana (BA) e Recife (PE). O gestor garantiu que, enquanto a adequação da linha férrea que passa pela cidade não for realizada, não haverá desativações do trecho por parte da concessionária Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). “Estamos colocando Alagoinhas como ponto obrigatório de passagem”, afirmou César Borges. O trecho inicialmente será rota no escoamento de cargas pela região, como safras agrícolas e insumos e produtos manufaturados. Mas a estrutura adequada ao novo modelo brasileiro, com trilhos de bitolas mais largas (de 1m para 1,60m), permitirá maior velocidade de tráfego das composições. “Não estamos retirando a estrutura existente. Na verdade, estamos potencializando o que já existe, pensando inclusive na possibilidade futura do transporte de passageiros, uma demanda crescente de mobilidade urbana”, destacou o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Carlos Nascimento.

FONTE: Bahia Notícias

terça-feira, 2 de julho de 2013

Transporte caro e o conformismo da prefeitura ante a ineficiência do transporte coletivo conquistense

por Elve Cardoso*

Elve-cardosoNosso município possui mais de 90 mil veículos circulando em seus corredores. Ainda assim, o transporte público urbano conduz mais de 70 mil passageiros diariamente, com uma frota de aproximadamente 150 veículos. Entretanto, as duas empresas operadoras do sistema não prestam um serviço de qualidade para a população, haja vista que já se tornou normal a população não completar sua viagem em função da quebra quase diária dos ônibus. O que permite e agrava essa situação é o fato de que a Prefeitura não estabelece multas às concessionárias do serviço público e o usuário é quem fica prejudicado, perdendo o dia de trabalho, a consulta com o médico, a aula, enfim, uma série de atividades que, fosse o transporte coletivo eficaz, melhoraria a qualidade de vida da população.

Ora, o pagamento da tarifa de ônibus implica na aceitação mútua dos termos do contrato de transporte. De um lado, o passageiro sujeita-se à cobrança da tarifa com o fim de ser conduzido a um determinado local e, do outro, a empresa contratada assume o compromisso de concluir o trajeto em tempo hábil, sem atrasos, sem interrupções. Os atrasos e perdas de compromissos causados ao cidadão em função da má qualidade dos veículos – que não raras vezes quebram no meio do trajeto, especialmente nos bairros mais periféricos – não são encarados pela população como o que realmente representam. Passa-se erroneamente a ideia de que a perda do usuário é de apenas R$ 2,10, o que não traduz a verdade, posto que além do prejuízo financeiro tem alterada sua saúde e qualidade de vida devido ao stress da situação e, mais grave, à humilhação de saber-se impotente sem ter a quem apelar. Afinal, nem a devolução do valor da passagem paga lhe é feita quando o ônibus não completa a viagem e o usuário é obrigado a aguardar outro ônibus que possa passar por ali para que seja efetuada a baldeação dos passageiros. Diante da permissividade do governo municipal e da aceitação tácita da população, qual a probabilidade de que as empresas de ônibus de Vitória da Conquista realizem manutenção eficiente da frota para evitar panes futuras? Se fossem obrigadas a devolver a passagem e ainda acomodar o passageiro em outro coletivo, duvido que deixassem os ônibus quebrarem tanto.

É esperada do poder público uma fiscalização rígida em relação ao estado dos veículos do transporte público urbano. Afinal, as empresas em questão são concessionárias de serviço público e cumpre, pois, à Prefeitura, zelar por sua eficiência no atendimento à população conquistense. Infelizmente não há qualquer fiscalização ou cobrança, muito embora no preço da passagem esteja incluso o imposto pago por todo usuário exatamente com o objetivo de garantir os meios para que se fiscalize, organize e otimize o transporte público. O processo licitatório em Conquista se arrasta há mais de dois anos, nossa frota é velha e inadequada e cada dia mais se faz necessário que quem esteja à frente do poder municipal se esforce para melhorar a qualidade de vida da população mais sofredora do município que é e sempre foi o proletariado, que também quer ter para si os mesmos benefícios concedidos às outras classes produtoras da cidade. * Elve Cardoso é advogado e médico legista

FONTE: Blog do Paulo Nunes

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Em nota, prefeitura diz que cartão de meia passagem dos estudantes não será bloqueado nas férias

Por Rodrigo Ferraz

Por meio de nota, o site oficial, a prefeitura de Vitória da Conquista afirma que, através do Decreto Nº 14.042 o bilhete eletrônico de meia passagem dos estudantes não será bloqueado durante as férias.

A iniciativa é considerada um feito para os alunos, após uma série de manifestações realizadas durante o mês de julho, conhecida como ‘Revolta do Buzu’.

Caso o estudante tenha algum problema ou precise esclarecer alguma dúvida deve se dirigir à Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista/AETU, situada na Rua 2 de julho, 220, Centro.

FONTE: Blog da Resenha Geral