segunda-feira, 24 de maio de 2010

WAGNER VÊ “MÉTODO” CARLISTA EM GEDDEL

Foto: David Mendes/BN

"A identidade do senador está no DEM, e o método está com o PMDB baiano”, diz Jaques Wagner

O governador Jaques Wagner (PT) avaliou que os “métodos” do PMDB baiano “são muito similares” aos utilizados pelo senador Antônio Carlos Magalhães, em participação ao programa Canal Livre, da Band, exibido na noite deste domingo (23). Para o petista, o legado eleitoral carlista está vinculado ao ex-governador Paulo Souto, ao senador ACM Jr. e ao deputado federal ACM Neto. “A identidade do senador está no DEM, e o método está com o PMDB baiano”, definiu. Sem citar o nome do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), Wagner comparou a sua “forma de fazer política” com a do ex-ministro. “Faço obras em todas as prefeituras. Já o ministério comandado pelo PMDB segrega muito, exige fidelidade eleitoral. São métodos que assemelham muito (com o carlismo). É uma forma de fazer política mais do constrangimento”. Ele recordou ainda que o PMDB baiano já apoiou o PFL no passado, e que Geddel “passou 4 anos batendo no presidente Lula”, quando era líder da oposição na Câmara Federal. “Sem tirar o mérito” do trabalho de Geddel, Wagner ressaltou que “ele virou ministro com recomendação nossa. Eu recomendei”. No final da entrevista, Wagner voltar a criticar os “métodos" de Geddel: “Para ele só se faz para os amigos. Ele nem fala do presidente Lula, ele fala ele: ‘Eu é que estou trazendo”.

FONTE: Bahia Notícias                                                     por Rafael Rodrigues

POLÊMICA: GEDDEL RESPONDE A JAQUES WAGNER

O ex-ministro e candidato ao governo pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, em contato com o Bahia Notícias respondeu, e de forma contundente ao governador Jaques Wagner. Literalmente, portanto aspeado, disparou Geddel: “As declarações de Wagner são sempre surpreendentes pela absoluta incoerência e adequação do discurso às suas conveniências. Sou o mesmo homem que há quatro anos fui ardorosamente disputado por ele. A minha honestidade, defeitos e qualidades já eram conhecidas. Por que me quis? Por que quis que andássemos pela Bahia inteira? Por que quis que indicássemos cargos ao governo? Ele diz que avalizou a minha indicação ao ministério. Avalizou um homem sério e competente ou alguém que tinha métodos  carlistas? Avalizou o que era bom para o Brasil e para a Bahia ou para as suas conveniências? Diz ele que tem legitimidade para pleitear a candidatura ao governo. Claro que tem legitimidade. Agora, o nosso apoio tem legitimidade  para reivindicar que tivesse feito um bom governo. Mas não fez. Portanto, não será legítimo para o PMDB e para mim continuar a apoiar alguém que não demonstrou estar à altura do governo e da Bahia. Por fim, quem leva Otto Alencar para vice da sua chapa; quem lutou para ter César Borges ao seu lado como candidato ao Senado tem alguma autoridade para falar do carlismo? Quero, mais uma vez, elogiar a sabedoria popular: macaco não olha para o rabo.” É polêmica das boas...

FONTE: Bahia Notícias                      por Samuel Celestino                 FOTO: Google

Grupo de Waldenor tenta atropelar resultado eleitoral na UESB

da Redação

Após divulgação pela Comissão Coordenadora do Processo Eleitoral da UESB, que apontou a vitória do professor Paulo Roberto, com 42,8% dos votos válidos, a candidata Ana Angélica, 41,5 % dos votos, tem o apoio do grupo do deputado estadual Waldenor Pereira (PT), que tenta junto ao governador Jacques Wagner a sua nomeação. Tem sido tradição nas eleições passadas, o respeito pelos governantes que sempre nomearam o mais votado. Insatisfeito com a terceira derrota, o deputado petista, ex-reitor, tenta ‘virar a mesa’.

No passado, os correligionários de Pereira, integrantes da comunidade acadêmica, diziam ser GOLPE uma nomeação que não fosse a do mais votado, de acordo regras estabelecidas pelo CONSU. Na Resenha Geral de hoje (24), o presidente do PDT, Alexandre Brust, afirmou que vai ao governador para que o mais votado, no caso, Professor Paulo Roberto, seja nomeado.

FONTE: Blog da Resenha Geral

Foto de domador nadando com elefante de 4 toneladas ganha prêmio

Nasru, de 58 anos, equilibra-se nas presas de Rajan, de 60 anos.
Imagem venceu concurso internacional da National Geographic.

Do G1, em São Paulo

Famosos por sua habilidade no “nado sincronizado”, Nasru, um domador de elefantes de 58 anos, equilibra-se sobre as presas de Rajan, um elefante de 60 anos, na costa da Ilha Havelock, no Oceano Índico.Famosos por sua habilidade no “nado sincronizado”, Nasru, um domador de elefantes de 58 anos, equilibra-se sobre as presas de Rajan, um elefante de 60 anos, na costa da Ilha Havelock, no Oceano Índico. (Foto: Barcroft USA / Getty Images)

A façanha, realizada em 10 de dezembro de 2008, foi documentada pelo fotógrafo Cesare Naldi, que levou o primeiro prêmio de um concurso internacional de fotografia da National Geographic.A façanha, realizada em 10 de dezembro de 2008, foi documentada pelo fotógrafo Cesare Naldi, que levou o primeiro prêmio de um concurso internacional de fotografia da National Geographic. (Foto: Barcroft USA / Getty Images)

VI NA: Globo.com

Condenado por morte de Tim Lopes obtém regime semiaberto e foge

Fuga aconteceu há cerca de quatro meses.
Outro condenado, o Zeu, já havia fugido após conseguir progressão.

FONTE: g1.globo.com/RJTV

PT E PV EM CONFLITO POR DISPUTA DE VAGA AO SENADO

Foto: Tiago Melo

A indefinição na escolha dos candidatos ao Senado nas chapas majoritárias do PT e do PV geram desgastes dentro dos partidos. O PT, para tentar pôr fim à novela da decisão entre Walter Pinheiro e Waldir Pires, vai fazer mais uma reunião nesta segunda-feira (24) com as bancadas de deputados federais e estaduais. O encontro, em Salvador, tentará encontrar formas de convencer Waldir a desistir da disputa e confirmar Pinheiro na vaga. Já no PV, João Jorge, do Olodum, e Beth Wagner, ex-superintendente do Instituto de Meio Ambiente (IMA), não abrem mão de entrar na disputa pelo Senado, apesar do lançamento do deputado Edson Duarte para a vaga – a executiva nacional do partido determinou que irá lançar apenas uma candidatura. Para o presidente estadual do PV, Ivanilson Gomes, tanto João Jorge como Beth Wagner “são nomes importantes e cada um tem a sua história”. De acordo com ele, a definição só sairá no dia 19 de junho. Informações da Tribuna da Bahia.

FONTE: Bahia Notícias

Homem é morto a tiros na Zona Norte de SP

Segundo a Polícia Militar, assassino deu pelo menos dez tiros de pistola.
Vítima tentava salvar sua mulher, que estava nas mãos do criminoso.

Um homem foi morto com pelo menos dez tiros de pistola, na madrugada deste domingo (23), no bairro do Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo. Segundo testemunhas, ele escutou gritos, saiu de casa e viu sua mulher imobilizada pelo assassino no quintal. Ele tentou libertar a mulher e acabou baleado. A vítima morreu no local.

A mulher não foi atingida, mas ficou em estado de choque. Policiais disseram que o morto já tinha sido preso anteriormente. O atirador conseguiu fugir.

Assista a reportagem

FONTE: Do G1 SP, com informações da Globo News

domingo, 23 de maio de 2010

UESB ESCOLHE PAULO ROBERTO REITOR

Após o imbróglio de informações sobre o vencedor das eleições para reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), o Bahia Notícias constatou que a chapa do professor  Paulo Roberto foi a vitoriosa no pleito, em que alunos e educadores escolheram para comandar a instituição. Este site já havia noticiado desta forma (veja a nota), mas um release encaminhado, supostamente pela Assessoria de Comunicação da Uesb, dava conta de que Ana Angélica teria sido eleita reitora. Fato que não procede. Ela ficou em segundo lugar. Ou seja,  Paulo Roberto lidera a lista tríplice que será encaminhada ao governador do Estado, para que enfim seja escolhido o reitor. Em terceiro lugar ficou Itamar Aguiar.

FONTE: Bahia Notícias                                                     por Gusmão Neto

Heraldo Rocha rebate Solla sobre licitações

Fotos
O líder da Oposição, deputado Heraldo Rocha (DEM) rebateu hoje o secretário de Saúde Jorge Solla que afirmou sua pasta age dentro da legalidade e que só realiza dispensas de licitações dentro do que determina a legislação pertinente. Ou seja, quando o valor de compra é muito pequeno - abaixo de R$5,6 mil, não é preciso fazer licitação.
Segundo Rocha, isso é verdade. "A lei permite este procedimento. Só que o secretário não disse que este valor deve ser utilizado dentro do mesmo mês para um mesmo produto, e um único fornecedor. não pode se fracionar o processo", disse Rocha.

Se eleita, Dilma deve acomodar Palocci na Casa Civil

Fábio Pozzebom/ABr


O deputado Antonio Palocci (PT-SP) anunciou há três dias que desistiu de concorrer à reeleição para a Câmara. Vai se dedicar integralmente à coordenação da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Há, sob a decisão, um projeto. Se eleita, a candidata petista vai devolver Palocci ao primeiro escalão. Planeja fazer dele o seu chefe da Casa Civil. Sob Lula, Palocci foi ministro da Fazenda. Realizou uma transição suave. Sob Dilma, cuidará da articulação política do governo. Será o que José Dirceu foi para Lula antes de o escândalo do mensalão carbonizá-lo.  Dono de personalidade acomodatícia, Palocci tem trânsito fácil na oposição. Dá-se bem até com José Serra. Deve as boas relações com a oposição à gestão que realizou na Fazenda. Ao assumir, em 2003, patrocinou uma transição suave. Manteve o tripé econômico adotado na administração de FHC –meta de inflação, câmbio flutuante e higidez fiscal. Preservou também parte da equipe herdada do governo anterior. Era mais criticado no PT que na oposição.  Não fosse pelo modo como caiu, Palocci talvez ocupasse, hoje, a candidatura que Lula deu a Dilma. Perdeu o cargo de ministro e a perspectiva do projeto presidencial nas pegadas do escândalo da violação do sigilo do caseiro Francenildo Costa. Absolvido pelo STF por suposta falta de provas de seu envolvimento no malfeito, Palocci cogitou disputar o governo de São Paulo. Foi demovida da ideia por Lula, que o empurrou para dentro do comitê de Dilma. A Casa Civil iria à biografia de Palocci como uma espécie de ressurreição.

FONTE: josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br