Massacre reacende discussão sobre Estatuto do Desarmamento
A PF (Polícia Federal) do Rio de Janeiro nega, por semana, 30 pedidos de autorização para a aquisição de armas de calibre permitido, como os revólveres 38 e 32 usados pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, para matar na última quinta-feira (7) 12 crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio.
De acordo com o delegado Anderson Bichara, da Delearm (Delegacia de Combate ao Trafico de Armas) da PF, a maioria das justificativas apresentadas é "absurda" e, por isso, quase todas as solicitações não são atendidas. Só no ano passado, cerca de 360 pedidos não foram aprovados pela PF.
- Além de laudo psicológico, teste de tiros e de não ter antecedentes criminais, a pessoa que envia à PF um pedido para obter uma arma tem que apresentar um motivo real. Aqui, recebemos muitos pedidos de gente dizendo que precisa de uma arma, porque a cidade não oferece segurança, porque mora em lugar afastado e até porque brigou com o vizinho.
FONTE: Portal da Metrópole e R7 FOTO: Google

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