Na sanha de criticar, a Oposição voltou a “dar tiro no próprio pé”, como diz a expressão popular, ao questionar o volume praticado pelo Governo Wagner para dispensas de licitações e inexigibilidade (em caso de empresas de produtos especializados e exclusivos e de prestação de serviço de personalidades de notório saber).
Com documentação em mãos, Waldenor mostrou que as administrações que os oposicionistas apoiavam utilizaram muito mais esse recurso: no ano de 2003, do orçamento de R$ 11 bilhões 296 milhões, R$ 459,4 milhões foram destinados a licenças de licitação, representando 3,18%; em 2004, as licenças alcançaram R$ 459,5 milhões (3,42%); em 2005, R$ 586,5 milhões (4,10%); em 2006, R$ 451 milhões (2,76%). Nos anos da administração de Wagner foram apenas R$ 434,1 milhões, que representaram 2,68% do orçamento de 2006, e R549,587 milhões em 2007, equivalendo a 2,75% do orçamento.
“A oposição deve estar sem assunto para criticar, ao trazer à baila essa discussão novamente, porque os números comprovam que eles fizerem maior uso desse recurso que nunca questionamos porque é legal, admitido pela Lei de Licitações 8666 para permitir celeridade e flexibilidade na administração pública”, disse Waldenor.
FONTE: www.waldenor.com.br

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